ALZHEIMER, DEMÊNCIA E DEPRESSÃO:
possíveis CONSEQUÊNCIAS DA PERDA AUDITIVA NÃO TRATADA

Não tratar a perda auditiva, mesmo que leve, transforma ela em uma vilã silenciosa para saúde cognitiva.
Escrito por: Cláudia Câmara, Fonoaudióloga - Microsom BH 

perda auditiva não tratada causa impactos negativos na saúde física e mental

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A deficiência auditiva, é a perda parcial ou total da audição, dificultando a compreensão e a comunicação da pessoa afetada, podendo ser:

> Congênita, quando a pessoa já nasce com a deficiência,

> ou Adquirida ao longo da vida.

Saiba mais sobre os tipos de perda auditiva clicando no nosso artigo: TIPOS DE PERDA AUDITIVA.

A perda auditiva é uma das principais deficiências físicas, implicando em limitações no desempenho de atividades sociais.

A vida pode ser afetada de diversas maneiras e se a perda auditiva não for tratada poderá causar efeitos negativos na saúde física e mental, por exemplo:

Cansaço

Isolamento social

Depressão

Tristeza

Demência

Alzheimer

Queda

Zumbido

Declínio cognitivo

chance de desenvolver alzheimer aumenta 20% a cada 10 decibéis de perda auditiva

A medida que a população envelhece, a incidência de perda auditiva relacionada à idade também aumenta.

A prevalência de perda auditiva é de 40 a 60% para os maiores de 60 anos. Esse número aumenta em mais de 80% em pessoas com mais de 85 anos.

Um artigo recente publicado no periódico Archives of Neurology por cientistas da Faculdade de Medicina Johns Hopkins, dos Estados Unidos, afirma que pessoas idosas com problemas de surdez têm mais chances de desenvolver doenças ligadas ao cérebro.

De acordo com o estudo, a cada dez decibéis perdidos de audição, os riscos desses problemas aumentam 27%. Já o risco de surgimento de Alzheimer aumenta 20% a cada dez decibéis de perda de capacidade auditiva.

perda auditiva leve também deve ser tratada

Pesquisadores têm comprovado que o cérebro se reorganiza quando há alteração na audição, mesmo quando ocorre uma perda auditiva leve.

Pesquisas foram realizadas através de escaneamento do cérebro de pessoas com perda auditiva leve e estas mostraram que mesmo após três meses com perda auditiva leve, o cérebro começa a se reorganizar e a visão e o tato começam a se destacar. 

Entrar em um processo de reabilitação auditiva, experimentar um aparelho auditivo e reaprender a ouvir novamente promove não só uma mudança de hábito mas também de vida.     

Como toda mudança de hábito, não é fácil e nem acontece do dia para a noite, mas os efeitos são benéficos e a retomada da comunicação pode ser gratificante.

Além disso, é comprovado que vencer a resistência, experimentar o novo e aprender auxiliam a combater os efeitos do envelhecimento.

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Obrigada pela leitura!

Até breve!

Cláudia Câmara, Fonoaudióloga Microsom BH